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<title>de tudo quanto </title>
<link>http://lecypereira.nireblog.com</link>
<description>informações multibinárias </description>
<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 01:21:38 -0300</pubDate>
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<title>de tudo quanto </title>
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	<title>Um símbolo que é um achado</title>
	<link>http://lecypereira.nireblog.com/post/2009/10/10/um-simbolo-que-e-um-achado</link>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=3726&amp;tipo=2&amp;isbn=8539000008 "><img id="image531383" src="http://files.nireblog.com/blogs/lecypereira/files/brown.jpg" alt="brown.jpg" align="right" /><strong>Sinopse:</strong></a></p>
<p> <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=3726&amp;tipo=2&amp;isbn=8539000008 ">A sequência de Dan Brown para 'O Código da Vinci', e resultado de cinco anos de estudos, 'O Símbolo Perdido' é um mistério para os leitores desvendar em 12 horas na agitada vida do personagem Robert Langdon. <!-- FIM SINOPSE --><!-- POSTS DO BLOG DA CULTURA --><!-- FIM POSTS DO BLOG DA CULTURA --></a></p>
<p><a href="http://lecypereira.nireblog.com/post/2009/10/10/um-simbolo-que-e-um-achado#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 10:58:58 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>A vida do amigo de fé - o livro</title>
	<link>http://lecypereira.nireblog.com/post/2009/10/10/a-vida-do-amigo-de-fe-o-livro</link>
	<guid>http://lecypereira.nireblog.com/post/2009/10/10/a-vida-do-amigo-de-fe-o-livro</guid>
		<description><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=3726&amp;tipo=2&amp;isbn=8539000008 "><img id="image531382" src="http://files.nireblog.com/blogs/lecypereira/files/erasmo1.jpg" alt="erasmo1.jpg" align="left" /></a><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=3726&amp;tipo=2&amp;isbn=8539000008 "><strong>Sinopse:<br /> </strong><br /> Com cabeça de homem e coração de menino, Erasmo Carlos conta suas memórias, da infância humilde à consagração como ídolo do rock. 'Minha Fama de Mau' conta como o menino criado pela mãe numa casa de cômodos, superou as limitações e o preconceito, consagrando-se, junto ao amigo Roberto Carlos, como o porta-voz sentimental de milhões de pessoas.</a> <!-- FIM SINOPSE --><!-- POSTS DO BLOG DA CULTURA --><!-- FIM POSTS DO BLOG DA CULTURA --></p>
<p><a href="http://lecypereira.nireblog.com/post/2009/10/10/a-vida-do-amigo-de-fe-o-livro#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 10:52:46 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>O dendê é nosso!</title>
	<link>http://lecypereira.nireblog.com/post/2009/10/01/o-dende-e-nosso</link>
	<guid>http://lecypereira.nireblog.com/post/2009/10/01/o-dende-e-nosso</guid>
		<description><![CDATA[<p><font color="#ff0000"><strong>A mania do Greenpeace de meter o bedelho até onde não é chamado</strong></font></p>
<p><strong></strong></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.brasilwiki.com.br/noticia.php?id_noticia=15329">http://www.brasilwiki.com.br/noticia.php?id_noticia=15329</a> </p>
<p>Entidade revela tentativas do Greenpeace e da Friends of the Earth de restringir a produção e o comércio do azeite-de-dendê, o pode prejudicar as estratégias de sucesso para a redução da pobreza. Não custa lembrar que o Brasil também é produtor de dendê, apresentado como um cultivo eficiente de energia altamente sustentável.</p>
<p> Você que defende o meio ambiente deixe de ingenuidade quando observa organizações não governamentais (ONGs) como o Greenpeace - paz verde, a grosso modo -  e a Friends of the Earth (Amigos da Terra). As duas entidades são participantes de campanhas ’moralmente indefensáveis’ contra o azeite-de-dendê, que ameaça os pobres do mundo, revela novo estudo, divulgado hoje por intermédio da PRNewswire.</p>
<p> A fonte da divulgação é o<strong> </strong>World Growth, ONG sem fins lucrativos criada com uma missão educacional e de caridade de expandir a educação, informação e outros recursos disponíveis para as populações carentes para a melhoria da saúde e do bem estar econômico.</p>
<p> O relatório revela como as tentativas das ONGs ambientais em restringir a produção e o comércio do azeite-de-dendê (um óleo sustentável) pode prejudicar as estratégias de sucesso para a redução  da pobreza e restringir as oportunidades dos países em desenvolvimento de reduzir as emissões.</p>
<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">BANGKOK, 29 de setembro /PRNewswire/ -- Hoje, durante a reunião de mudança climática das Nações Unidas em Bangkok, a ONG World Growth (http://www.worldgrowth.org/) emitiu um novo relatório(http://www.worldgrowth.org/assets/files/Palm_Oil.pdf) que expõe os danos econômicos e as consequências ambientais para os países em desenvolvimento das campanhas errôneas realizadas pelos grupos "verdes" ocidentais que visam a interromper a produção do azeite-de-dendê, o óleo vegetal disponível mais sustentável.</p>
<p> Em destaque, o resultado do estudo que demonstra que o azeite-de-dendê tem sido mais eficiente do que a maioria das commodities de cultivo na redução da pobreza.(<a href="http://www.newscom.com/cgi-bin/prnh/20081204/DC49733LOGO">http://www.newscom.com/cgi-bin/prnh/20081204/DC49733LOGO</a>)</p>
<p>  </p>
<p>(<a href="http://www.newscom.com/cgi-bin/prnh/20090929/DC83335LOGO">http://www.newscom.com/cgi-bin/prnh/20090929/DC83335LOGO</a>)</p>
<p>  </p>
<p>Alan Oxley, chairman da World Growth, explica:</p>
<p>  </p>
<p>- A dedicação dos ativistas do meio ambiente para com a preservação ambiental é louvável. No entanto, quando as boas intenções são atacadas de forma</p>
<p>a forçar os países pobres a desistir de suas estratégias de sucesso para a redução da pobreza, isto tem que ser condenado como imoral.</p>
<p>  </p>
<p>Segundo Oxley, o azeite-de-dendê é um cultivo eficiente de energia altamente <a style="border-bottom: 1px dotted; color: #006600; cursor: hand; text-decoration: underline" href="http://www.brasilwiki.com.br/noticia.php?id_noticia=15329#" onclick="hwClick0604657(undefined);return false;" onmouseover="hw0604657(event, this, 'undefined'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe('HOTWordsTitle'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; ">sustentável</a> que gera quase 10 vezes mais a energia consumida -comparado com uma proporção de 2,5 da soja e de 3 das oleaginosas maduras. "E, o mais importante, sua produção foi elogiada pelo Banco <a style="border-bottom: 1px dotted; color: #006600; cursor: hand; text-decoration: underline" href="http://www.brasilwiki.com.br/noticia.php?id_noticia=15329#" onclick="hwClick2604657(undefined);return false;" onmouseover="hw2604657(event, this, 'undefined'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe('HOTWordsTitle'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; ">Mundial</a> e pelo Banco de Desenvolvimento Asiático por sua eficácia em</p>
<p>diminuir a pobreza no <a style="border-bottom: 1px dotted; color: #006600; cursor: hand; text-decoration: underline" href="http://www.brasilwiki.com.br/noticia.php?id_noticia=15329#" onclick="hwClick1604657(undefined);return false;" onmouseover="hw1604657(event, this, 'undefined'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe('HOTWordsTitle'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; ">mundo</a> em desenvolvimento".</p>
<p>  </p>
<p>Mesmo com seus benefícios significativos, as ONGs ambientais como a Friends of the Earth and Greenpeace estão fazendo campanhas bem financiadas, mas pouco substanciadas, para depreciar o azeite-de-dendê.</p>
<p>  </p>
<p>Táticas usadas:</p>
<p>  </p>
<p>- pressionar as empresas de cosméticos e de alimentos a boicotar o azeite-de-dendê;</p>
<p>  </p>
<p>- fazer lobby nos governos para a criação de proibições de comércio; e</p>
<p>  </p>
<p>- forçar medidas que limitem a produção do azeite-de-dendê no novo tratado de mudança climática da ONU (Organização das Nações Unidas).</p>
<p>  </p>
<p>Um acordo internacional assinado na Eco 92, estipula que nenhuma estratégia global para abordar a mudança climática pode minar a capacidade que os países em desenvolvimento têm de aumentar o padrão de vida de milhões de pessoas que vivem na pobreza. Alguns ativistas do meio ambiente evidentemente pensam que o acordo pode ser rasgado.</p>
<p>  </p>
<p>Oxley conclui:</p>
<p>  </p>
<p>- Precisamos de estratégias para executar o programa</p>
<p>Agenda 21, adotado no Rio, e não miná-lo. O resultado desta nova análise demonstra que o azeite-de-dendê faz parte da solução e não parte do problema.</p>
<p>  </p>
<p>Para falar com os experts do World Growth ou para obter mais</p>
<p>informações sobre o estudo, envie email para media@WorldGrowth.org ou</p>
<p>ligue para +1-202-320-3965.</p>
<p>  </p>
<p>Acesse http://www.worldgrowth.org/assets/files/Palm_Oil.pdf para ler o Relatório completo da World Growth</p>
<p>  </p>
<p>Acesse http://www.worldgrowth.org/assets/files/PalmOil-ExSum.pdf para ler o Resumo Executivo</p>
<p><a href="http://lecypereira.nireblog.com/post/2009/10/01/o-dende-e-nosso#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 14:22:34 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Sonho de gueto</title>
	<link>http://lecypereira.nireblog.com/post/2009/09/22/sonho-de-gueto</link>
	<guid>http://lecypereira.nireblog.com/post/2009/09/22/sonho-de-gueto</guid>
		<description><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif" color="#ff0000"><strong>Quero ser feliz no gueto onde eu nasci</strong></font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">É sabido que os níveis do déficit de moradia é um dos índices </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">mais nefasto nas nossas grandes cidades. O povo abandona o </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">campo e vem morar nas cidades – debaixo dos viadutos, ou nas </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">favelas. É o conhecidíssimo “êxodo rural” - para o qual a solução </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">é única: REFORMA AGRÁRIA.</font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">Aqueles que não conseguem moradia digna logo se sujeitam </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">(e se adaptam!) aos barracos sub-humanos de um 'conglomerado', </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">uma (sejamos politicamente incorretos) favela, nome ou </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">eufemismo para Senzala. Enquanto as elites habitam seus </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">apartamentos duplex com cobertura e seus condomínios, ou seus </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">castelos medievais; os pobres e miseráveis, humilhados e ofendidos, </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">precisam co-abitar em barracas de lona, entre quatro paredes de </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">tijolos nuas e argamassa crua.</font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">É a falta de espaço e dignidade, enquanto meia dúzia de fidalgos, </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">senhores feudais são donos (nominais) de terras que sequer </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">conhecem! Donos de metade do estado do Pará! Donos do Maranhão! </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">Donos das Alagoas! E famílias inteiras obrigadas a compartilharem </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">um quarto! É esse o nosso BRASIL PARA TODOS ?? </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">Então os oprimidos e explorados se aglomeram em senzalas (as </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">favelas) e precisam aceitar esta condição. As elites dizem que é </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">assim mesmo: falta loteamentos, falta infra-estrutura (exceto, </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">obviamente, para as elites!) Precisam aceitar e alegremente.</font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">Viver no guetto e ser feliz. Cômico se não fosse trágico. Ao contrário </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">de garantir moradia digna nas cidades – ou distribuir as terras, para </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">os camponeses continuarem no campo – as elites armam seus </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">'esquemas ilusórios' e mercantilizam o guetto. </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">Sim, os donos do mercado comercializam o gueto! Programas de </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">adaptação dos favelados à condição de... favelados! “Quero ser feliz </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">na favela onde eu nasci!” eis o hino da nova geração de favelados </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">(pelo menos daqueles que sobrevivem.) Já que existem as favelas </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">(e vão durar muito tempo ainda, no atual sistema!) vamos ao menos<br /> </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">glamourizar o lugar. Vamos divulgar as artes, incentivar os meninos </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">do <em>hip-hop</em>, do <em>reggae</em>, deixar que falem, sem mudar muita coisa </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">(a menos que o menino for criminoso e sobreviver OU virar jogador </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">de futebol, e sair da favela rumo ao estrelato milionário...)</font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">A favela é legal. Dizem (as Elites, claro) e glorificam a 'arte das </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">margens', os artistas marginalizados (até o Palácio das Artes abre </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">as portas...), de forma que a Arte legitima o guetto. Culpa da Arte? </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">Não, esta bem serve aos propósitos da Casa-Grande: instrumentaliza </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">o 'pão e circo' da Senzala, promove rodinhas de samba e capoeira. </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">Depois inventa umas cotas raciais para aliviar a pressão. Os </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">nazistas não fariam melhor.</font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">A glamourização da favela – na música, no cinema, na literatura – </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">está para além do risível, está no absurdo e no caricatural. Imaginemos </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">os nazistas glamourizando o <em>Guetto de Warsaw</em> (Varsóvia). Os artistas, </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">antes de descerem aos fornos crematórios, vão tocando belas sonatas </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">de Chopin. Que glamour. (Nos KZ – campos de concentração – os alto-</font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">falantes tocavam Beethoven!!)</font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">Assim, ao contrário de acabarem com as favelas, e proceder ao </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">loteamento dos latinfúndios, as elites inventam vários programas<br /> </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">assistencialistas, paternalistas, varguistas, pão-e-circo, tudo o que os </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">fascistas adoram! O povo domesticado e doutrinado – anestesiados </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">pelos padres e pastores vendendo loteamentos no Paraíso Celeste! - </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">enquanto os pobres sobrevivem e se reproduzem, e se chacinam e são<br /> </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">chacinados, nas senzalas pós-modernas com televisão a cabo e </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">parabólicas.</font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">O governo do Estado de Minas Gerais inventa, por sua vez, seus<br /> </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">assistencialismos – o que o Governador não faria para poder chegar </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">ao Palácio do Planalto? - com o sugestivo título de VOZES DO MORRO, </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">como a dizer: vejam, estamos dando voz aos excluídos! Vejam, como </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">somos bondosos: deixamos o povo falar. Mas falar o que? O que já está </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">pré-aprovado nos regulamentos, que interessa ser divulgado – ou </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">cooptado (pois não a MTV não tentou 'comprar' os <em>Racionais</em>?)</font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">Principalmente o : “<em>Quero ser feliz na favela onde eu nasci”</em>. Se há </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">o <em>hip-hop</em> engajado, de protesto, há também a contra-partida, o ópio </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">(ou lixo) sonoro, o vulgo <em>funk</em> (nada semelhante ao <em>funk made in USA</em>! </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">Viva James Brown!), que não passa de uma batida eletrônica com </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">pseudo-vocais, pseudo-cantando, uns chavões sexistas e com </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">coreografia de ato sexual (de preferências as fêmeas já semi-nuas e </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">os machos de calções mais folgados, confortáveis...) </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">E depois o <em>funk</em> torna-se a vingança da senzala: os meninos e meninas </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">das casas-grandes passam também a ouvir (digo: consumir) o tal <em>funk</em>, </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">e se entregam a orgias nas classes médias, sempre ouvindo a voz </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">do morro, assim como os fidalgos ouviam samba nos terreiros </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">(devidamente anônimos...), e deixam seus carros do ano, super-</font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">tecnológicos, com sons em potência máxima entoando as vozes do </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">morro... “<em>Quero ser feliz na favela onde eu nasci</em>”</font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">Os nazistas teriam adorado a ideia: nada de exterminar o <span style="font-style: italic">ghetto</span>: </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">vamos fazê-los dançar até cairem de fadiga! Fazê-los rebolar e cantar </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">até o desmaio final! Fazê-los felizes enquanto agonizam! Depois a </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">gente roda um filme para a glória da 'raça eleita', ou da elite eleita.</font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">De repente, a Arte legitima o guetto. De tens fome, vais ouvir o </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">álbum do Racionais e matas a necessidade com uma boa dose de </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">fúria e ressentimento. E se não bastar, pode-se comprar um dose de </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">pó – nem sempre refinado – mas suficiente para uma viagem – </font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">muitas vezes sem retorno.</font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">E vamos viver felizes nos guetos onde infelizmente nascemos.</font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif">Set/09</font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif"><em>Leonardo de Magalhaens</em></font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif"><em><br /> </em></font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><font face="DejaVu Serif, serif"><u>um trecho de artigo na<em> internet</em></u></font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"> </p>
<p><font face="Liberation Serif, serif">A numeralha é monstruosa. Pesquisadores se debruçaram sobre o mapa de homicídios no país para extrair o número de uma tragédia anunciada: 33 mil jovens e adolescentes serão assassinados no Brasil até 2012, se nada for feito para deter a matança. Seria o caso para intervenção preventiva de tropa de paz da ONU, mas infelizmente esses virtuais cadáveres são praticamente invisíveis.</font></p>
<p>A <a rel="nofollow" href="http://www.mj.gov.br/sedh/documentos/idha.html" target="_blank"><font color="#0000cc">pesquisa</font></a> foi feita pelo Laboratório de Análise da Violência da Uerj, com base em dados do Ministério da Saúde e do IBGE, em 267 dos 5 mil municípios brasileiros com mais de cem mil habitantes.</p>
<p>Nessa macabra estatística, o Rio fica em 21o lugar, mas, proporcionalmente, é a terceira cidade mais violenta para a juventude pobre entre as capitais  e o primeiro lugar em número absoluto - 3.423 almas de jovens seriam ceifadas pela morte violenta até 2012 (ou seja, em três anos). O número equivale a mais de 10% do total da previsão e pouco mais da metade dos homicídios registrados por ano, no Estado do Rio de Janeiro. O Rio de Janeiro continua lindo, mas muito perigoso para quem tem entre 12 e 18 anos, é pobre e vive numa favela ou na periferia. São jovens mortos por disparos de arma de fogo, em confronto com outros jovens criminosos - chamados de adolescentes em situação de conflito com a lei - alvos de grupos de extermínio ou, pior de tudo, inocentes que estavam no lugar errado e na hora errada. Muitos foram mortos pelo simples fato que não tiveram a chance de nascer em lugares menos tensos do que favelas dominadas por grupos armados, onde são mais frequentes as situações de violência de todo tipo.</p>
<p>Um dos parceiros da pesquisa é o Observatório das Favelas - uma ONG que nasceu na Maré e que desde o ano passado criou o <a rel="nofollow" href="http://www.observatoriodefavelas.org.br/observatoriodefavelas/projetos/mostraProjeto.php?id_projeto=5" target="_blank"><font color="#0000cc">Programa de Redução da Violência Letal contra Adolescentes e jovens.</font></a> Se algum político já tivesse procurado saber o que é isso, talvez não fosse preciso tanto alarde para a questão da violência contra os jovens. Ela estaria sob controle. O presidente Lula reconheceu que ainda faltam muitas políticas públicas para enfrentar o problema, mas que está tentando fazer a sua parte. Só que ninguém sabe direito qual a parte que lhe cabe para interromper a profecia do extermínio.</p>
<p>O ponto letal dessa tragédia anunciada é que, na verdade, setores formadores de opinião da sociedade estão se lixando para esse drama. Com certeza se assustam com os números, mas não são capazes de tentar ver nomes, rostos e famílias inteiras por trás deles. Porque são incapazes de se colocar no lugar do outro. Não têm filho, muito menos adolescente, nunca foram a uma favela ou sequer abrem o vidro do carro para ver um pouco da pobreza, de passagem pela periferia, nas viagens de fim de semana. O mais seguro, pensam, é manter os vidros fechados, com insufilme, e o ar condicionado ligado.</p>
<p><a href="http://lecypereira.nireblog.com/post/2009/09/22/sonho-de-gueto#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 15:01:09 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Sucesso! All Wright Now, BH, 18 setembro </title>
	<link>http://lecypereira.nireblog.com/post/2009/09/19/sucesso-all-wright-now-bh-18-setembro</link>
	<guid>http://lecypereira.nireblog.com/post/2009/09/19/sucesso-all-wright-now-bh-18-setembro</guid>
		<description><![CDATA[<p> <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=3726&amp;tipo=2&amp;isbn=0634020234 " title="Livro do Pink Floyd">Foi um sucesso o show da banda IF... Pink Floyd Collection,<br /> no tributo ao tecladista da banda PINK FLOYD, Richard (Rick)<br /> Wright, falecido em setembro de 2008. Com produção da<br /> OPA! Oficina de Produção Artística, o ALL WRIGHT NOW<br /> ocupou a casa de eventos MATRIZ, no Terminal Turístico JK,<br /> em BH, na noite de ontem, 18 de setembro.<br />  <br /> Os floydmaníacos presentes encontraram raridades sonoras<br /> em CD e vinil, além de K-7 de outrora, os itens da coleção<br /> do especialista em FLOYD, o Mister Rodrigo Starling, poeta<br /> e músico, o fundador e presidente da OPA!, que disponibilizou<br /> para os convivas uma série de imagens raras da banda britânica,<br /> como é o exemplo da belíssima “Echoes” (depois executada<br /> ao vivo pela excelente IF... Pink Floyd Collection), com imagens<br /> gravadas nas ruínas da cidade romana de Pompéia, destruída<br /> por um brutal erupção do vulcão Vesúvio. <br />  <br /> Destaque para a execução primorosa do clássico álbum<br /> “Dark Side of the Moon”, com aplausos para o vocal de Bárbara<br /> Torquetti, na canção “The Great Gig in the Sky”, além de elogios<br /> aos guitarristas e ao tecladistas, nos solos de "Shine on you<br /> Crazy Diamond" ousados improvisando sobre as viajantes<br /> tessituras melódicas do Floyd. Donos de uma performance ímpar,<br /> uma excelente interação com o público (formado pelos seguidores<br /> e pelas belas seguidoras da banda), a banda ocupou o palco<br /> e premiou os floydmaníacos com 3 (!) horas de progressive<br /> rock para lembrar e relembrar noites viajantes de outrora<br /> (a memorável noite do I ASYD Festival, 06.01.06, é ainda<br /> destaque – até segundo a opinião do anfitrião Edmundo,<br /> que abriu as portas do Matriz para mais este evento da OPA!)<br />  <br /> Além da música, tivemos a participação de Leonardo de<br /> Magalhaens, poeta, e Rogério Marcus, poeta e cartunista,<br /> em leituras de lyrics traduzidas do Pink Floyd e da carreira<br /> solo de Rick Wright (com destaque para o melódico e<br /> melancólico “Broken China”, de 1996, com a bela canção<br /> “Breakthrough”, cantada por Sinead O’Connor, e aqui<br /> interpretada por Bárbara Torquetti, merecedora de todos<br /> os aplausos.)<br />  <br /> A platéia recebeu nossos questionários de avaliação, a<br /> ressaltarem o que está bom e o que pode melhorar, além de<br /> concorrerem (pelo número da cartela de avaliação)  ao<br /> sorteio de brindes ao final do evento – o livro de poemas<br /> “Confessório Ardente” de Rodrigo Starling, ao CD da banda<br /> Progressiva Nebula Dux e uma gravura feita pelo artista<br /> Plástico e músico Jackson Abacatu (também Diretor da OPA!)<br />  <br /> Inclusive o evento foi gravado, documentado e fotografado por<br /> Jackson e também por Natália Santos (acompanhada pelos<br /> amigos e convivas da PUC Minas), aos quais muito agradecemos.<br />  <br /> Assim, aqui ficamos, a espera dos próximos shows viajantes<br /> dos tributos a mais viajante das bandas progressivas, o bom e<br /> velho Floyd........<br />  <br />  <br /> Vida longa ao rock’n’roll!<br />  <br /> O futuro está nas artes...!</a><br />  <br />  <br /> Leonardo de Magalhaens<br /> <a href="http://www.opart.org.br/">www.opart.org.br</a><br />  <br /> Mais Pink Floyd lyrics em<br /> Meu blog de lyrics traduzidas<br /> : <a href="http://leolyricstraduzidas.blogspot.com/">http://leolyricstraduzidas.blogspot.com</a>
</p>
<p><a href="http://lecypereira.nireblog.com/post/2009/09/19/sucesso-all-wright-now-bh-18-setembro#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 17:35:09 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>O que é uma empresa verde?</title>
	<link>http://lecypereira.nireblog.com/post/2009/09/19/o-que-e-uma-empresa-verde</link>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=3726&amp;tipo=2&amp;isbn=8562446017 " title="Visite o site da Livraria Cultura"><img style="width: 300px; height: 441px" src="http://www.livrariacultura.com.br/imagem/capas3/800/7029800.jpg" alt="" width="300" height="441" /></a></p>
<p><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=3726&amp;tipo=2&amp;isbn=8562446017 " title="Visite o site da Livraria Cultura">O termo 'sustentável' significa tanto aquilo que se pode sustentar como aquilo que é possível defender. Isso nos dá a chave para entender por que se define 'desenvolvimento sustentável' como aquele que permite que a geração atual satisfaça suas necessidades sem, para tanto, comprometer a possibilidade de que as gerações futuras façam o mesmo. Em 'A empresa verde', a autora mostra que esse conceito se aplica a todos os aspectos da atividade econômica. Cada vez mais, consumidores de todo o mundo pautam suas escolhas conforme uma série de questões - do impacto ecológico provocado pelas indústrias até as condições humanas em que se produziram os bens oferecidos pelo comércio.  <strong>Confira o livro</strong></a></p>
<p><a href="http://lecypereira.nireblog.com/post/2009/09/19/o-que-e-uma-empresa-verde#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 10:37:03 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Cem dias em Fotografia</title>
	<link>http://lecypereira.nireblog.com/post/2009/09/19/cem-dias-em-fotografia</link>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=3726&amp;tipo=2&amp;isbn=1426201974 " title="Livraria Cultura">Uma Publicação Histórica da National Geographic</a></p>
<p><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=3726&amp;tipo=2&amp;isbn=1426201974 " title="Livraria Cultura">O livro pode ser visualizado no site da livraria através do Google Preview</a></p>
<p><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=3726&amp;tipo=2&amp;isbn=1426201974 " title="Livraria Cultura"><img style="width: 300px; height: 357px" src="http://www.livrariacultura.com.br/imagem/capas3/191/2195191.jpg" alt="Visite o site da Livraria clicando aqui." title="Visite o site da Livraria clicando aqui." width="300" height="357" /></a></p>
<p><a href="http://lecypereira.nireblog.com/post/2009/09/19/cem-dias-em-fotografia#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 10:24:09 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Uma vida de poesia</title>
	<link>http://lecypereira.nireblog.com/post/2009/09/19/uma-vida-de-poesia</link>
	<guid>http://lecypereira.nireblog.com/post/2009/09/19/uma-vida-de-poesia</guid>
		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=3726&amp;tipo=2&amp;isbn=852504542x " title="Livraria Cultura"><img style="width: 300px; height: 501px" src="http://www.livrariacultura.com.br/imagem/capas3/144/2542144.jpg" alt="" width="300" height="501" /></a></p>
<p><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=3726&amp;tipo=2&amp;isbn=852504542x " title="Livraria Cultura">O livro abrange os 80 anos de atividade poética do autor, portanto, seus principais livros - A rua dos Cataventos (1940), Baú de espantos (1986), Sapato florido (1948), Espelho mágico, O aprendiz de feiticeiro (1950) Caderno H (1945-1973), Apontamentos de história sobrenatural (1976) e Nova antologia poética (1981-1985). A seleção, a cronologia e a bibliografia ficaram a cargo da organizadora da coleção; a fixação de texto, de Lúcia Rebello e Suzana Kanter; e a elucidativa apresentação, de Maria do Carmo Campos.</a> <!-- FIM SINOPSE --><!-- POSTS DO BLOG DA CULTURA --><!-- FIM POSTS DO BLOG DA CULTURA --></p>
<p><a href="http://lecypereira.nireblog.com/post/2009/09/19/uma-vida-de-poesia#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 09:49:42 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Após o Labrinto</title>
	<link>http://lecypereira.nireblog.com/post/2009/09/18/apos-o-labrinto</link>
	<guid>http://lecypereira.nireblog.com/post/2009/09/18/apos-o-labrinto</guid>
		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=3726&amp;tipo=1" title="Livraria Cultura"><img style="width: 300px; height: 431px" src="http://www.livrariacultura.com.br/imagem/capas3/741/2856741.jpg" alt="" width="300" height="431" /></a></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana; color: #666666; font-size: 9pt">Em 'Sepulcro', duas histórias paralelas estão separadas por mais de um século. Em outubro de 1891, a jovem Léonie Vernier e seu irmão Anatole saem apressadamente de Paris para o Domaine de la Cade, a imponente propriedade da família de sua mãe, próxima da cidadela medieval de Carcassonne. O rapaz corre risco de morte e divide um segredo com sua tia Isolde, que mora no local. Logo, Léonie também terá seu segredo guardado sob a copa das árvores das florestas escuras da região, dentro da sinistra câmara mortuária que ali se esconde desde tempos imemoriais. E cuja chave é um baralho de tarô muito particular, de poder inimaginável. Mais de cem anos depois, em outubro de 2007, a bordo de um trem recém-saído de Paris, Meredith Martin tem muito sobre o que refletir. O que a leva ao Hotel Domaine de la Cade parece ser apenas a pesquisa de uma biografia do compositor Claude Debussy. Mas ela sabe que há mais - o desejo de descobrir as origens de sua família, que parecem remontar à misteriosa região. A velha partitura de piano amarelada e as fotos antigas que foram só o que sua mãe lhe deixou são a única chave de que dispõe. E as cartas, em que até então nunca acreditara.</span></p>
<p><a href="http://lecypereira.nireblog.com/post/2009/09/18/apos-o-labrinto#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 16:59:36 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Poesia na Rede</title>
	<link>http://lecypereira.nireblog.com/post/2009/09/18/poesia-na-rede</link>
	<guid>http://lecypereira.nireblog.com/post/2009/09/18/poesia-na-rede</guid>
		<description><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tr>
<td class="titulo" valign="top"><strong>Poesia na Rede</strong></td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" valign="top">
<div style="border-bottom: windowtext 1.5pt solid; border-left: medium none; padding-bottom: 1pt; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; border-top: medium none; border-right: medium none; padding-top: 0cm">
<p style="text-align: center; margin: 0cm 0cm 0pt; border: medium none; padding: 0cm" class="MsoNormal"><strong><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"></span></strong></p>
</div>
<p style="text-align: center; margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="color: #000000"><strong><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span>                                                  </span></span></strong><em><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt">Lecy Pereira</span></em></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000"><br />
<div class="enclosure enclosure-left enclosure-large photo-enclosure">
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<div class="enclosure-image"><a href="http://semprebeta.vox.com/library/photo/6a0123ddcb0d96860d01240b5e78b6860e.html" title="Capa_poesia"></a></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p> </span></span></p>
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<div class="enclosure-image"><a href="http://semprebeta.vox.com/library/photo/6a0123ddcb0d96860d01240b5e78b6860e.html" title="Capa_poesia"></a></div>
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<div class="enclosure-image"><a href="http://semprebeta.vox.com/library/photo/6a0123ddcb0d96860d01240b5e78b6860e.html" title="Capa_poesia"><img src="http://a6.vox.com/6a0123ddcb0d96860d01240b5e78b6860e-320pi" alt="Capa_poesia" /></a></div>
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<div class="enclosure-asset-name"><a href="http://semprebeta.vox.com/library/photo/6a0123ddcb0d96860d01240b5e78b6860e.html" title="Capa_poesia">Capa_poesia</a></div>
</div>
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</div>
<p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">O livro “Poesia na Praça Sete 1ª e 2ª edição” passa, literalmente, a rede na cidade de Belo Horizonte em busca daquelas pessoas que vertem lirismo, encanto ou desencanto além da selva de pedra, através da poesia.</p>
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<div class="enclosure-image"><a href="http://semprebeta.vox.com/library/photo/6a0123ddcb0d96860d01240b5e78b6860e.html" title="Capa_poesia"></a> <span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000">O projeto que tem como empreendedor o atuante poeta Rogério Salgado apoiado por Lei de Incentivo à Cultura, Fundação Municipal de Cultura e Prefeitura de Belo Horizonte coloca em plena Praça Sete poetas que já possuem um trabalho bem divulgado e reconhecido e outros que aspiram a uma trajetória poética.</span></span></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"></span></p>
<p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000"><span> </span>Desde o início do Projeto já passaram pela praça poetas , poetisas e artistas como Tânia Diniz, Lívia Tucci, Terezinha Romão, Luiz Edmundo Alves, Ricardo Evangelista, Wilmar Silva, Jackson Abacatu, Marco Llobus, Rogério Salgado, Virgilene Araújo, Rodrigo Starling entre outros tantos cujas perfomances podem ser conferidas no site </span><a href="http://www.poesianapracasete.com/"><font color="#809aab">www.poesianapracasete.com</font></a><span style="color: #000000"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"></span></p>
<p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000">Dentro do Projeto a poetisa Virgilene Araújo desenvolve a “Aula Pública de Poesia” onde qualquer pessoa, indistintamente, pode manifestar em público aquele talento poético recolhido pela timidez ou pela falta de oportunidade num mundo de correrias, responsabilidades múltiplas e compromissos inadiáveis.</span></span></p>
<p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"></span></p>
<p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000">Abaixo, dois poemas que dão bem o tom desse livro que pode ser lido até dentro do metrô ou do ônibus urbano de tão envolvente. Internautas interessados no livro devem enviar e-mail para </span><a href="mailto:pracasetepoesia@yahoo.com.br"><font color="#809aab">pracasetepoesia@yahoo.com.br</font></a><span style="color: #000000"> :</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><strong><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000">Poesia na Praça Sete </span></span></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><strong><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"></span></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><strong><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"></span></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000">Palavras jorram nas calçadas</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000"><span>   </span>Desviam-se dos ralos e</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000">Escorrem para a história</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000">Na boca do povo</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000">A comunhão verbal</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000">Servida numa ceia</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000">Regada a vinho e democracia</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><em><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000">Rogério Salgado &amp; Virgilene Araújo</span></span></em></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000">---------------------------------------------------------------------------</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><strong><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000">Retrato</span></span></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000">Pra mim</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000">Fotografar um palhaço</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000">É terrível</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000">Ver o homem </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000">Não ver a criança</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000">Pra mim</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000">Fotografar um palhaço </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000">Foi terrível</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000">Ver a maquilagem</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000">Não me ver criança</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000">Pra mim </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000">É terrível </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000">Fotografar um palhaço</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000">Não ser criança</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000">Ver que a fantasia... já se foi</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><em><span style="font-family: 'Palatino Linotype'; font-size: 14pt"><span style="color: #000000">Marco Llobus</span></span></em></p>
</td>
</tr>
</table>
<p><a href="http://lecypereira.nireblog.com/post/2009/09/18/poesia-na-rede#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 21:51:16 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Lado de fora</title>
	<link>http://lecypereira.nireblog.com/post/2007/06/18/lado-de-fora</link>
	<guid>http://lecypereira.nireblog.com/post/2007/06/18/lado-de-fora</guid>
		<description><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 14pt; font-family: Arial"><font color="#ff0033">Lado de fora</font></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 14pt; font-family: Arial">Eu estou dentro <span class="st"><font style="background-color: #ffff88">de</font></span> um poema</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 14pt; font-family: Arial">IN<span>  </span>MUND<font color="#ff0033">O</font></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 14pt; font-family: Arial">Eu estou dentro <span class="st"><font style="background-color: #ffff88">de</font></span> um poema</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 14pt; font-family: Arial">AB<span>  </span>SURDO</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 14pt; font-family: Arial">Eu estou dentro <span class="st"><font style="background-color: #ffff88">de</font></span> um poema</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 14pt; font-family: Arial">DECODI<font color="#ff0033">F</font>ICA<font color="#ff0033">D</font>O</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 14pt; font-family: Arial">Eu estou dentro <span class="st"><font style="background-color: #ffff88">de</font></span> um poema</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 14pt; font-family: Arial">DIGIT<font color="#ff0000">A</font>LIZADO</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 14pt; font-family: Arial">Eu estou dentro <span class="st"><font style="background-color: #ffff88">de</font></span> um poema</span></p>
<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 14pt; font-family: Arial">MALMALMALMALMA<font color="#ff0033">L</font>MALMA</span></h1>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 14pt; font-family: Arial">Eu estou dentro <span class="st"><font style="background-color: #ffff88">de</font></span> um poema</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 14pt; font-family: Arial">DIG<font color="#ff0033">R</font>ESSIVO-REPETITIV<font color="#ff0033">O</font></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 14pt; font-family: Arial">Eu estou dentro <span class="st"><font style="background-color: #ffff88">de</font></span> um poema</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 14pt; font-family: Arial">ENFIM RASGADO RASGADO </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 14pt; font-family: Arial">RASGADORASGADOR<font color="#ff0033">A</font>SGA!</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 14pt; font-family: Arial">RASG!RASG!RASG!RASG!</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 14pt; font-family: Arial"><span>                                  </span></span><span style="font-size: 14pt; font-family: Arial">  </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 14pt; font-family: Arial"><font color="#cc0000">Lecy Pereira Sousa</font></span></p>
<p><a href="http://lecypereira.nireblog.com/post/2007/06/18/lado-de-fora#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Mon, 18 Jun 2007 14:44:03 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Faça um eletro</title>
	<link>http://lecypereira.nireblog.com/post/2007/06/17/faca-um-eletro</link>
	<guid>http://lecypereira.nireblog.com/post/2007/06/17/faca-um-eletro</guid>
		<description><![CDATA[<p><object width="425" height="350"><br />
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ovCK97hFiSI" />
<param name="wmode" value="" /><embed src="http://www.youtube.com/v/ovCK97hFiSI" wmode="" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350"></embed></object>
</p>
<p><a href="http://lecypereira.nireblog.com/post/2007/06/17/faca-um-eletro#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 17 Jun 2007 05:14:06 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Os Descaminhos da Melancolia III</title>
	<link>http://lecypereira.nireblog.com/post/2007/06/17/os-descaminhos-da-melancolia-iii</link>
	<guid>http://lecypereira.nireblog.com/post/2007/06/17/os-descaminhos-da-melancolia-iii</guid>
		<description><![CDATA[<h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center" align="center"><font face="Times New Roman" size="4">Os descaminhos da melancolia III</font></h1>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify"><span style="font-size: 14pt"><font face="Times New Roman" size="4">Talvez fosse melhor nos atermos ao significado mais literário da palavra <span class="st"><font style="background-color: #ffff88">crônica</font></span>, mas a vida, principalmente essa da correria desenfreada e da banda larga, tem preferido o significado, digamos, mais pejorativo dessa palavra. </font></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify"><span style="font-size: 14pt"><font face="Times New Roman" size="4">E pensar que houve um tempo em que almoçar e jantar eram atos cerimoniosos e sem a menor pressa. A vida era destilada em horas de alimentação e a reunião de pessoas numa residência para dialogarem era um verdadeiro happening. Não. Eu não sou desse tempo, bem menos deste. Também não me vejo tomado por uma falsa e ordinária nostalgia. </font></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify"><span style="font-size: 14pt"><font face="Times New Roman" size="4">A brevidade das horas cuida de nos adoecer. Precisamos correr muito, afinal, o mundo está acabando e correr é uma maneira de fazer mais coisas antes do fim do mundo, não é verdade? </font></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify"><span style="font-size: 14pt"><font face="Times New Roman" size="4">Acontece de sobrar um tempinho que não está previsto nas horas de serviço assalariado. Assim, eu posso fazer uma fogueirinha no quintal, queimar capim ressecado e alguns gravetos crepitantes. Também olho para um pé de tangerina que neste ano bateu recorde de suicídio de frutas. Tantas foram as quedas voluntárias que nem Isaac Newton ficaria mais surpreso. Depois observo um pé de graviola e uma dança de pardais em sua copa. Alguns escolhem o galhinho mais frágil e perigoso e lá ficam se coçando e dizendo: repare em nossa leveza. Nós podemos, você não pode! </font></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify"><span style="font-size: 14pt"><font face="Times New Roman" size="4">Assim, recolho-me a uma visível limitação. Sem esse papo de filosofia tediosa, nada de autopiedade, Também não costumo ouvir OK, COMPUTER do Radiohead para curtir depressão. Os remanescentes dos anos setenta do século Vinte diriam: fossa. </font></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt"><font face="Times New Roman" size="4">Para não terminar essa <span class="st"><font style="background-color: #ffff88">crônica</font></span> de maneira <span class="st"><font style="background-color: #ffff88">crônica</font></span>, eu continuo achando que todos os dias são como domingo. Mas como diria uma banda de rock desconhecida: eu acredito no amanhã. </font></p>
<p> <span class="sg"><br />
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt"><font face="Times New Roman" size="4">Lecy Pereira Sousa</font></p>
<p> </span>
</p>
<p><a href="http://lecypereira.nireblog.com/post/2007/06/17/os-descaminhos-da-melancolia-iii#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 17 Jun 2007 01:16:06 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>A Carta da Terra</title>
	<link>http://lecypereira.nireblog.com/post/2007/04/09/a-carta-da-terra</link>
	<guid>http://lecypereira.nireblog.com/post/2007/04/09/a-carta-da-terra</guid>
		<description><![CDATA[<div id="mb_0"><img src="http://www.dhnet.org.br/direitos/cartadaterra/carta_i.jpg" alt="" width="230" height="189" /><br />
<p align="center"><font face="Arial" size="2"><strong><font size="3" color="#ffffff">A Carta da Terra</font></strong></font></p>
<p><font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2" color="#ffffff"><strong><a href="http://www.dhnet.org.br/direitos/cartadaterra/carta_terra_integral.htm#preambulo" target="_blank">Preâmbulo</a></strong></font></p>
<p><strong><font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2" color="#ffffff"><a href="http://www.dhnet.org.br/direitos/cartadaterra/carta_terra_integral.htm#principios" target="_blank">Princípios</a></font></strong></p>
<p><strong><font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2" color="#ffffff"><a href="http://www.dhnet.org.br/direitos/cartadaterra/carta_terra_integral.htm#caminho" target="_blank">O Caminho Adiante</a></font></strong></p>
<p align="center"><strong><font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="111d69e24cffc2a2_preambulo"></a><font color="#ffffff">Preâmbulo</font></font></strong></p>
<p align="left"><font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><font color="#ffffff">Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro. À medida que o mundo torna-se cada vez mais interdependente e frágil, o futuro enfrenta, ao mesmo tempo, grandes perigos e grandes promessas. Para seguir adiante, devemos reconhecer que no meio da uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos somar forças para gerar uma sociedade sustentável global baseada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura da paz. Para chegar a este propósito, é imperativo que, nós, os povos da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade da vida, e com as futuras gerações.</p>
<p> <u><strong>Terra, Nosso Lar</strong></u><br /> A humanidade é parte de um vasto universo em evolução. A Terra, nosso lar, está viva com uma comunidade de vida única. As forças da natureza fazem da existência uma aventura exigente e incerta, mas a Terra providenciou as condições essenciais para a evolução da vida. A capacidade de recuperação da comunidade da vida e o bem-estar da humanidade dependem da preservação de uma biosfera saudável com todos seus sistemas ecológicos, uma rica variedade de plantas e animais, solos férteis, águas puras e ar limpo. O meio ambiente global com seus recursos finitos é uma preocupação comum de todas as pessoas. A proteção da vitalidade, diversidade e beleza da Terra é um dever sagrado.</p>
<p> <u><strong>A Situação Global</strong></u><br /> Os padrões dominantes de produção e consumo estão causando devastação ambiental, redução dos recursos e uma massiva extinção de espécies. Comunidades estão sendo arruinadas. Os benefícios do desenvolvimento não estão sendo divididos eqüitativamente e o fosso entre ricos e pobres está aumentando. A injustiça, a pobreza, a ignorância e os conflitos violentos têm aumentado e é causa de grande sofrimento. O crescimento sem precedentes da população humana tem sobrecarregado os sistemas ecológico e social. As bases da segurança global estão ameaçadas. Essas tendências são perigosas, mas não inevitáveis.<br /> </font><strong><br /> <u><font color="#ffffff">Desafios Para o Futuro</font></u></strong><br /> <font color="#ffffff">A escolha é nossa: formar uma aliança global para cuidar da Terra e uns dos outros, ou arriscar a nossa destruição e a da diversidade da vida. São necessárias mudanças fundamentais dos nossos valores, instituições e modos de vida. Devemos entender que quando as necessidades básicas forem atingidas, o desenvolvimento humano é primariamente ser mais, não, ter mais. Temos o conhecimento e a tecnologia necessários para abastecer a todos e reduzir nossos impactos ao meio ambiente. O surgimento de uma sociedade civil global está criando novas oportunidades para construir um mundo democrático e humano. Nossos desafios, ambientais, econômicos, políticos, sociais e espirituais estão interligados, e juntos podemos forjar soluções includentes.</p>
<p> <u><strong>Responsabilidade Universal</strong></u><br /> Para realizar estas aspirações devemos decidir viver com um sentido de responsabilidade universal, identificando-nos com toda a comunidade terrestre bem como com nossa comunidade local. Somos ao mesmo tempo cidadãos de nações diferentes e de um mundo no qual, a dimensão local e global estão ligadas. Cada um comparte responsabilidade pelo presente e pelo futuro, pelo bem estar da família humana e do grande mundo dos seres vivos. O espírito de solidariedade humana e de parentesco com toda a vida é fortalecido quando vivemos com reverência o mistério da existência, com gratidão pelo presente da vida, e com humildade considerando o lugar que ocupa o ser humano na natureza. </p>
<p> Necessitamos com urgência de uma visão de valores básicos para proporcionar um fundamento ético à emergente comunidade mundial. Portanto, juntos na esperança, afirmamos os seguintes princípios, todos interdependentes, visando um modo de vida sustentável como critério comum, através dos quais a conduta de todos os indivíduos, organizações, empresas de negócios, governos, e instituições transnacionais será guiada e avaliada. </font></font></p>
<p align="right"><font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="1" color="#ffffff"><a href="http://www.dhnet.org.br/direitos/cartadaterra/carta_terra_integral.htm#topo" target="_blank">^ Subir</a></font></p>
<p align="center"><strong><font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="111d69e24cffc2a2_principios"></a><font color="#ffffff">Princípios</font></font></strong></p>
<p align="left"><font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><font color="#ffffff"><strong>I. RESPEITAR E CUIDAR DA COMUNIDADE DE VIDA</strong><br /> 1. Respeitar a Terra e a vida em toda sua diversidade.<br /> a. Reconhecer que todos os seres são interligados e cada forma de vida tem valor, independentemente do uso humano.<br /> b. Afirmar a fé na dignidade inerente de todos os seres humanos e no potencial intelectual, artístico, ético e espiritual da humanidade.<br /> </font><strong><br /> <font color="#ffffff">2. Cuidar da comunidade da vida com compreensão, compaixão e amor. </font></strong><br /> <font color="#ffffff">a. Aceitar que com o direito de possuir, administrar e usar os recursos naturais vem o dever de impedir o dano causado ao meio ambiente e de proteger o direito das pessoas.<br /> b. Afirmar que, o aumento da liberdade, dos conhecimentos e do poder comporta responsabilidade na promoção do bem comum.<br /> </font><strong><br /> <font color="#ffffff">3. Construir sociedades democráticas que sejam justas, participativas, sustentáveis e pacíficas.</font></strong><br /> <font color="#ffffff">a. Assegurar que as comunidades em todos níveis garantam os direitos humanos e as liberdades fundamentais e dar a cada a oportunidade de realizar seu pleno potencial.<br /> b. Promover a justiça econômica propiciando a todos a consecução de uma subsistência significativa e segura, que seja ecologicamente responsável.<br /> </font><strong><br /> <font color="#ffffff">4. Garantir a generosidade e a beleza da Terra para as atuais e as futuras gerações. </font></strong><br /> <font color="#ffffff">a. Reconhecer que a liberdade de ação de cada geração é condicionada pelas necessidades das gerações futuras.<br /> b. Transmitir às futuras gerações valores, tradições e instituições que apoiem, a longo termo, a prosperidade das comunidades humanas e ecológicas da Terra.</p>
<p> Para poder cumprir estes quatro extensos compromissos, é necessário:</p>
<p> <strong>II. INTEGRIDADE ECOLÓGICA</strong><br /> <strong>5. Proteger e restaurar a integridade dos sistemas ecológicos da Terra, com especial preocupação pela diversidade biológica e pelos processos naturais que sustentam a vida. </strong><br /> a. Adotar planos e regulações de desenvolvimento sustentável em todos os níveis que façam com que a conservação ambiental e a reabilitação sejam parte integral de todas as iniciativas de desenvolvimento.<br /> b. Estabelecer e proteger as reservas com uma natureza viável e da biosfera, incluindo terras selvagens e áreas marinhas, para proteger os sistemas de sustento à vida da Terra, manter a biodiversidade e preservar nossa herança natural.<br /> c. Promover a recuperação de espécies e ecossistemas em perigo.<br /> d. Controlar e erradicar organismos não-nativos ou modificados geneticamente que causem dano às espécies nativas, ao meio ambiente, e prevenir a introdução desses organismos daninhos.<br /> e. Manejar o uso de recursos renováveis como a água, solo, produtos florestais e a vida marinha com maneiras que não excedam as taxas de regeneração e que protejam a sanidade dos ecossistemas.<br /> f. Manejar a extração e uso de recursos não renováveis como minerais e combustíveis fósseis de forma que diminua a exaustão e não cause sério dano ambiental.</p>
<p> <strong>6. Prevenir o dano ao ambiente como o melhor método de proteção ambiental e quando o conhecimento for limitado, tomar o caminho da prudência.</strong><br /> a. Orientar ações para evitar a possibilidade de sérios ou irreversíveis danos ambientais mesmo quando a informação científica seja incompleta ou não conclusiva.<br /> b. Impor o ônus da prova àqueles que afirmam que a atividade proposta não causará dano significativo e fazer com que os grupos sejam responsabilizados pelo dano ambiental.<br /> c. Garantir que a decisão a ser tomada se oriente pelas conseqüências humanas globais, cumulativas, de longo termo, indiretas e de longa distância.<br /> d. Impedir a poluição de qualquer parte do meio ambiente e não permitir o aumento de substâncias radioativas, tóxicas ou outras substâncias perigosas.<br /> e. Evitar que atividades militares causem dano ao meio ambiente.</p>
<p> <strong>7. Adotar padrões de produção, consumo e reprodução que protejam as capacidades regenerativas da Terra, os direitos humanos e o bem-estar comunitário.</strong><br /> a. Reduzir, reutilizar e reciclar materiais usados nos sistemas de produção e consumo e garantir que os resíduos possam ser assimilados pelos sistemas ecológicos.<br /> b. Atuar com restrição e eficiência no uso de energia e recorrer cada vez mais aos recursos energéticos renováveis como a energia solar e do vento.<br /> c. Promover o desenvolvimento, a adoção e a transferência eqüitativa de tecnologias ambientais saudáveis.<br /> d. Incluir totalmente os custos ambientais e sociais de bens e serviços no preço de venda e habilitar aos consumidores identificar produtos que satisfaçam as mais altas normas sociais e ambientais.<br /> e. Garantir acesso universal ao cuidado da saúde que fomente a saúde reprodutiva e a reprodução responsável.<br /> f. Adotar estilos de vida que acentuem a qualidade de vida e o suficiente material num mundo finito.</p>
<p> <strong>8. Avançar o estudo da sustentabilidade ecológica e promover a troca aberta e uma ampla aplicação do conhecimento adquirido. </strong><br /> a. Apoiar a cooperação científica e técnica internacional relacionada à sustentabilidade, com especial atenção às necessidades das nações em desenvolvimento.<br /> b. Reconhecer e preservar os conhecimentos tradicionais e a sabedoria espiritual em todas as culturas que contribuem para a proteção ambiental e o bem-estar humano.<br /> c. Garantir que informações de vital importância para a saúde humana e para a proteção ambiental, incluindo informação genética, estejam disponíveis ao domínio público.</p>
<p> <strong>III. JUSTIÇA SOCIAL E ECONÔMICA</strong><br /> 9. Erradicar a pobreza como um imperativo ético, social, econômico e ambiental.<br /> a. Garantir o direito à água potável, ao ar puro, à segurança alimentar, aos solos não contaminados, ao abrigo e saneamento seguro, distribuindo os recursos nacionais e internacionais requeridos.<br /> b. Prover cada ser humano de educação e recursos para assegurar uma subsistência sustentável, e dar seguro social [médico] e segurança coletiva a todos aqueles que não são capazes de manter-se a si mesmos.<br /> c. Reconhecer ao ignorado, proteger o vulnerável, servir àqueles que sofrem, e permitir-lhes desenvolver suas capacidades e alcançar suas aspirações.<br /> </font><strong><br /> <font color="#ffffff">10. Garantir que as atividades econômicas e instituições em todos os níveis promovam o desenvolvimento humano de forma eqüitativa e sustentável.</font></strong><br /> <font color="#ffffff">a. Promover a distribuição eqüitativa da riqueza dentro e entre nações.<br /> b. Incrementar os recursos intelectuais, financeiros, técnicos e sociais das nações em desenvolvimento e aliviar as dívidas internacionais onerosas.<br /> c. Garantir que todas as transações comerciais apoiem o uso de recursos sustentáveis, a proteção ambiental e normas laborais progressistas.<br /> d. Exigir que corporações multinacionais e organizações financeiras internacionais atuem com transparência em benefício do bem comum e responsabilizá-las pelas conseqüências de suas atividades.<br /> </font><strong><br /> <font color="#ffffff">11. Afirmar a igualdade e a eqüidade de gênero como pré-requisitos para o desenvolvimento sustentável e assegurar o acesso universal à educação, ao cuidado da saúde e às oportunidades econômicas. </font></strong><br /> <font color="#ffffff">a. Assegurar os direitos humanos das mulheres e das meninas e acabar com toda violência contra elas.<br /> b. Promover a participação ativa das mulheres em todos os aspectos da vida econômica, política, civil, social e cultural como parceiros plenos e paritários, tomadores de decisão, líderes e beneficiários.<br /> c. Fortalecer as famílias e garantir a segurança e a criação amorosa de todos os membros da família.</p>
<p> <strong>12. Defender, sem discriminação, os direitos de todas as pessoas a um ambiente natural e social, capaz de assegurar a dignidade humana, a saúde corporal e o bem-estar espiritual, dando especial atenção aos direitos dos povos indígenas e minorias. </strong><br /> a. Eliminar a discriminação em todas suas formas, como as baseadas na raça, cor, gênero, orientação sexual, religião, idioma e origem nacional, étnica ou social.<br /> b. Afirmar o direito dos povos indígenas à sua espiritualidade, conhecimentos, terras e recursos, assim como às suas práticas relacionadas a formas sustentáveis de vida.<br /> c. Honrar e apoiar os jovens das nossas comunidades, habilitando-os para cumprir seu papel essencial na criação de sociedades sustentáveis.<br /> d. Proteger e restaurar lugares notáveis, de significado cultural e espiritual.</p>
<p> <strong>IV.DEMOCRACIA, NÃO VIOLÊNCIA E PAZ</strong><br /> <strong>13. Fortalecer as instituições democráticas em todos os níveis e proporcionar-lhes transparência e prestação de contas no exercício do governo, a participação inclusiva na tomada de decisões e no acesso à justiça. </strong><br /> a. Defender o direito a todas as pessoas de receber informação clara e oportuna sobre assuntos ambientais e todos os planos de desenvolvimento e atividades que poderiam afetá-las ou nos quais tivessem interesse.<br /> b. Apoiar sociedades locais, regionais e globais e promover a participação significativa de todos os indivíduos e organizações na toma de decisões.<br /> c. Proteger os direitos à liberdade de opinião, de expressão, de assembléia pacífica, de associação e de oposição [ ou discordância].<br /> d. Instituir o acesso efetivo e eficiente a procedimentos administrativos e judiciais independentes, incluindo mediação e retificação dos danos ambientais e da ameaça de tais danos.<br /> e. Eliminar a corrupção em todas as instituições públicas e privadas.<br /> f. Fortalecer as comunidades locais, habilitando-as a cuidar dos seus próprios ambientes e designar responsabilidades ambientais a nível governamental onde possam ser cumpridas mais efetivamente.</p>
<p> <strong>14. Integrar na educação formal e aprendizagem ao longo da vida, os conhecimentos, valores e habilidades necessárias para um modo de vida sustentável. </strong><br /> a. Oferecer a todos, especialmente a crianças e a jovens, oportunidades educativas que possibilite contribuir ativamente para o desenvolvimento sustentável.<br /> b. Promover a contribuição das artes e humanidades assim como das ciências na educação sustentável.<br /> c. Intensificar o papel dos meios de comunicação de massas no sentido de aumentar a conscientização dos desafios ecológicos e sociais.<br /> d. Reconhecer a importância da educação moral e espiritual para uma subsistência sustentável.<br /> </font><strong><br /> <font color="#ffffff">15. Tratar todos os seres vivos com respeito e consideração.</font></strong><br /> <font color="#ffffff">a. Impedir crueldades aos animais mantidos em sociedades humanas e diminuir seus sofrimentos.<br /> b. Proteger animais selvagens de métodos de caça, armadilhas e pesca que causem sofrimento externo, prolongado o evitável.<br /> </font><strong><br /> <font color="#ffffff">16. Promover uma cultura de tolerância, não violência e paz.</font></strong><br /> <font color="#ffffff">a. Estimular e apoiar o entendimento mútuo, a solidariedade e a cooperação entre todas as pessoas, dentro das e entre as nações.<br /> b. Implementar estratégias amplas para prevenir conflitos violentos e usar a colaboração na resolução de problemas para manejar e resolver conflitos ambientais e outras disputas. <br /> c. Desmilitarizar os sistemas de segurança nacional até chegar ao nível de uma postura não-provocativa da defesa e converter os recursos militares em propósitos pacíficos, incluindo restauração ecológica.<br /> d. Eliminar armas nucleares, biológicas e tóxicas e outras armas de destruição em massa. <br /> e. Assegurar que o uso do espaço orbital e cósmico mantenha a proteção ambiental e a paz.<br /> f. Reconhecer que a paz é a plenitude criada por relações corretas consigo mesmo, com outras pessoas, outras culturas, outras vidas, com a Terra e com a totalidade maior da qual somos parte. </font></font></p>
<p align="right"><font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="1" color="#ffffff"><a href="http://www.dhnet.org.br/direitos/cartadaterra/carta_terra_integral.htm#topo" target="_blank">^ Subir</a></font></p>
<p align="center"><strong><font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="111d69e24cffc2a2_caminho"></a><font color="#ffffff">O Caminho Adiante </font></font></strong></p>
<p align="left"><font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2" color="#ffffff">Como nunca antes na história, o destino comum nos conclama a buscar um novo começo. Tal renovação é a promessa dos princípios da Carta da Terra. Para cumprir esta promessa, temos que nos comprometer a adotar e promover os valores e objetivos da Carta. </font></p>
<p align="left"><font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2" color="#ffffff">Isto requer uma mudança na mente e no coração. Requer um novo sentido de interdependência global e de responsabilidade universal. Devemos desenvolver e aplicar com imaginação a visão de um modo de vida sustentável aos níveis local, nacional, regional e global. Nossa diversidade cultural é uma herança preciosa, e diferentes culturas encontrarão suas próprias e distintas formas de realizar esta visão. Devemos aprofundar e expandir o diálogo global gerado pela Carta da Terra, porque temos muito que aprender a partir da busca iminente e conjunta por verdade e sabedoria.  </font></p>
<p align="left"><font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2" color="#ffffff">A vida muitas vezes envolve tensões entre valores importantes. Isto pode significar escolhas difíceis. Porém, necessitamos encontrar caminhos para harmonizar a diversidade com a unidade, o exercício da liberdade com o bem comum, objetivos de curto prazo com metas de longo prazo. Todo indivíduo, família, organização e comunidade têm um papel vital a desempenhar. As artes, as ciências, as religiões, as instituições educativas, os meios de comunicação, as empresas, as organizações não-governamentais e os governos são todos chamados a oferecer uma liderança criativa. A parceria entre governo, sociedade civil e empresas é essencial para uma governabilidade efetiva.  </font></p>
<p align="left"><font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2" color="#ffffff">Para construir uma comunidade global sustentável, as nações do mundo devem renovar seu compromisso com as Nações Unidas, cumprir com suas obrigações respeitando os acordos internacionais existentes e apoiar a implementação dos princípios da Carta da Terra com um instrumento internacional legalmente unificador quanto ao ambiente e ao desenvolvimento.  </font></p>
<p align="left"><font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2" color="#ffffff">Que o nosso tempo seja lembrado pelo despertar de uma nova reverência face à vida, pelo compromisso firme de alcançar a sustentabilidade, a intensificação da luta pela justiça e pela paz, e a alegre celebração da vida. </font></p>
</div>
<p><a href="http://lecypereira.nireblog.com/post/2007/04/09/a-carta-da-terra#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Mon, 09 Apr 2007 15:02:01 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>As incertezas de Um e Outro</title>
	<link>http://lecypereira.nireblog.com/post/2007/04/04/as-incertezas-de-um-e-outro</link>
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		<description><![CDATA[<div>
<p align="center"><font color="#ffffff"><font face="Arial" size="3"><strong>As Incertezas de Um e Outro</strong></font>  </font></p>
<p><font face="Verdana" size="2" color="#ffffff">Quando Um e Outro se deram conta de que nalgum lugar estavam, perceberam que se tratava de uma escada.</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2"><br /> <font color="#ffffff">O problema era que, de onde estavam, não cabia retorno já que o suposto ponto de fuga muito se distanciava do alcance das vistas deles. Aliás, quem sabia de algum ponto de fuga? Outro fator complicador era que, para adiante não havia qualquer sinal de se chegar a lugar algum.</font></font></p>
<p><font face="Verdana" size="2"><br /> <font color="#ffffff">Assim, Um olhou fixamente para Outro, temendo externar suas emoções. Antes pensou não permitir que, em hipótese alguma, Outro soubesse do medo, digo, pavor que de si apossava. E se Outro disparasse escada abaixo e ali o deixasse? Não teria pernas e nem fôlego bastantes para alcançá-lo. Restaria o desespero, a solidão. E que lugar era aquele que nem de cenários laterais dispunha? O que se viam eram incontáveis degraus para trás e a mesma quantidade para frente, degrau após degrau. <br /> Temendo parecer inconveniente e, ao mesmo tempo, perdê-lo de vista, Um perguntou a Outro onde estavam. Para quê?</font></font></p>
<p><font face="Verdana" size="2"><br /> <font color="#ffffff">Outro, indicando que usaria, sem demora, seu senso de humor, olhou para Um com olhos escancaradamente abertos. Depois se virou, levemente, divisando os incontáveis degraus traseiros. A seguir, olhou para outros incontáveis degraus à frente, sem parar de trocar os passos. Direita, esquerda. Direita, esquerda. Foi a conta. Outro disparou a rir, melhor, gargalhar. E seu estardalhaço ecoava escada abaixo e acima e era como se uma multidão fantasmagórica risse da ingenuidade de Um.</font></font></p>
<p><font face="Verdana" size="2"><br /> <font color="#ffffff">Outro tanto se riu, tanto se riu que lacrimejou e molhou a própria calça. Daí olhou para Um e perguntou se ele estava ouvindo algum som jazzístico de saxofone e vendo lindas garotas sentadas em posições para lá de sexy, mordendo os lábios regados a batom molhado e os convidando com o dedo indicador, dizendo vem-vem, para algo mais? Para emendar, Outro disse a Um que se soubesse onde era aquele lugar, simplesmente mandaria descer uma cerveja gelada e uma porção de coraçõezinhos de galinha bem passados e, sem dúvida, aquilo era coisa de autor com tempo de sobra para manipular personagens e se ele encontrasse a figura em seu caminho... Outro babou de raiva e começou a rolar escada abaixo. Um pensou tratar-se de um truque de Outro para o deixar ali, covardemente. Seu coração disparou. O ritmo das batidas se normalizou quando Um ouviu Outro, cheio de escoriações, prosseguir com sua filosofia:</font></font></p>
<p><font face="Verdana" size="2"><br /> <font color="#ffffff">- É exatamente como eu estou lhe dizendo. É muito fácil criar uma escada sem focar seu início ou seu fim, ilustrar as laterais com ausência de cor e colocar dois fantoches, quer dizer, personagens sem uma história passada-presente-futura. Ninguém sabe como estamos vestidos, se somos altos-baixos-magros-gordos ou temos tiques nervosos. Deve-se tratar de um desses escritores que fracassaram no teatro e vivem querendo imitar os grandes mestres do teatro do absurdo. E quem acaba pagando o pato? Duas figuras risíveis trocando passos numa escada sem fim.</font></font></p>
<p><font face="Verdana" size="2"><br /> <font color="#ffffff">Visivelmente abalado Um observou:</font></font></p>
<p><font face="Verdana" size="2"><br /> <font color="#ffffff">- O que me assombra é que se a escada não finda, findamos nós.</font></font></p>
<p><font face="Verdana" size="2"><br /> <font color="#ffffff">Outro balançou a cabeça negativamente e acrescentou:</font></font></p>
<p><font face="Verdana" size="2"><br /> <font color="#ffffff">-Francamente, crise existencial a essa altura da história... Relaxe Um. Pelo que sei, se há uma coisa que escritor sem argumento adora fazer é eliminar algum personagem para garantir um certo clímax na história. Eu estou farto de ler contos nos quais o autor se vale desse recurso fácil e mórbido. Certamente, um de nós deve estar na alça de mira do autor desta história. Talvez, Um e Outro também.</font></font></p>
<p><font face="Verdana" size="2"><br /> <font color="#ffffff">Tomado por um febril desespero, Um propôs a Outro:</font></font></p>
<p><font face="Verdana" size="2"><br /> <font color="#ffffff">-Olha, se realmente existe um autor que faz de nós o que bem entende e nos condenou a esses degraus contínuos, por que não nos sentamos agora e esperamos pelo fim?</font></font></p>
<p><font face="Verdana" size="2"><br /> <font color="#ffffff">Ao perceber uma certa intenção de desistir em seu companheiro, Outro fingiu concordar com a proposta de Um. Quando Um sentou-se completamente desanimado, Outro lhe desejou boa sorte e correu como nunca. Ele ansiava por uma saída que nunca se aproximava. Então, a câmera foi posicionada no alto, exibindo uma cena formidável. Enquanto Um tomado pela tristeza esperava o fim, encolhido num degrau, Outro corria, loucamente, tentando chegar nalgum lugar distante e improvável.</font></font></p>
<p><font face="Verdana" size="2"><br /> <font color="#ffffff">A última cena daquele filme em curta metragem estava pronta.</font></font><font color="#ffffff"> <br />   </font></p>
<p align="right"><font color="#ffffff"><font face="Verdana" size="2"><strong>Lecy Pereira Sousa</strong></font>  </font></p>
<p align="center"><font face="Verdana" size="2" color="#ffffff"><strong>Míni-Curriculo:</strong></font></p>
<p align="justify"><font face="Verdana" size="2"><font color="#ffffff">Lecy Pereira Sousa, 37, escriba masculino, blogueiro, participou da fundação da Academia Contagense de Letras - ACL e trabalha como Auxiliar de Biblioteca escolar. Atualiza o blog<strong> </strong></font></font><a href="http://www.suitedasletras.uniblog.com.br/" target="_blank"><font face="Verdana" size="2" color="#ffffff"><strong><u>www.suitedasletras.uniblog.com.br</u></strong></font></a><font color="#ffffff"><font face="Verdana" size="2"><strong> </strong></font>  </font></p>
<p><font face="Verdana" size="2" color="#ffffff"><strong>e-mail: </strong></font><a href="mailto:lecysousa@gmail.com" target="_blank"><font face="Verdana" size="2" color="#ffffff"><strong><u>lecysousa@gmail.com</u></strong></font></a><font face="Verdana" size="2" color="#ffffff"><strong> </strong></font></p>
</div>
<p><a href="http://lecypereira.nireblog.com/post/2007/04/04/as-incertezas-de-um-e-outro#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 04 Apr 2007 15:34:57 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Dilema do eletropoema de um fôlego só</title>
	<link>http://lecypereira.nireblog.com/post/2007/03/22/dilema-do-eletropoema-de-um-folego-so</link>
	<guid>http://lecypereira.nireblog.com/post/2007/03/22/dilema-do-eletropoema-de-um-folego-so</guid>
		<description><![CDATA[<p align="center"><font face="impact" size="4" color="#cc0000">Dilema do eletropoema de um fôlego só</font></p>
<p align="justify"><font face="impact" size="4">...até que minha memoria rude mentar desemboque em particulas particulares elétricas recheadas de significados latentes prossigo noticiando o amor de ontem de noite onde todos nós nus misturamos sem vergonha na cara transando de trenzinho tântrico cada um por sua vez no seu quarto na sua sala cozinha copa wc até  ao ar livre devo noticiar/ Bem e mal desconheço quando como uma maçã com você dentro às vezes chamo atenção faço algum sentido quase sempre tudo nem te ligo me expresso nessa luz impulsiva impossível explosiva raivosa romântica quando o luar chegar e partir e o sol levantar sair alguém estará me lendo na praça olhando para certa altura de um prédio enquanto noticio seis dezenas da loteria temperatura mínima dezenove máxima vinte e nove/Caiu o índice da bolsa de valores mulher mata homem por amor homem se joga no arranha-céu fotos recentes do telescópio Hubble mostram o nascimento e a morte de uma estrela/Sex Shop Five Star pomada anestésica celulares vibradores tudo para seu prazer/Vidente diz sorridente estar próximo o fim do mundo em cadeia internacional/Morre outra vítima da falta de amor/Robôs se preparam para votar em novo presidente enquanto a vaca caminha decidida para o brejo/Tudo se passa em mim sem lirismo algum até que um raio parta as notícias pelo céu de baunilha até que minhas luzinhas parem de enganar os olhos alheios e passem a esclarecer galáxias continuarei passando numa tela eletrônica de um prédio de concreto armado sem sutilezas... </font></p>
<p> <span class="sg"><br />
<p align="right"><font size="4"><font color="#3333ff"><font face="impact">Lecy Pereira Sousa</font><br /> </font></font></p>
<p> </span>
</p>
<p><a href="http://lecypereira.nireblog.com/post/2007/03/22/dilema-do-eletropoema-de-um-folego-so#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 22 Mar 2007 22:14:35 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Lançamento da Hipotéca</title>
	<link>http://lecypereira.nireblog.com/post/2007/03/16/lancamento-da-hipoteca</link>
	<guid>http://lecypereira.nireblog.com/post/2007/03/16/lancamento-da-hipoteca</guid>
		<description><![CDATA[<p><strong>Lançamento do livro de poemas HIPOTECA de João Valadares<br /> </strong><br />
<p align="justify"><strong>Domingo, dia 18 de março, às 20h, no Auditório da Casa da Cultura de Sete Lagoas</strong></p>
<p align="justify"><font size="3"><br /> </font><font size="3">Todos nós temos a vida hipotecada ao nascer. Nesse dia assumimos uma dívida com Deus, com os familiares, com os futuros amigos e com a sociedade em geral. As cobranças virão por toda parte e, sem termos a chance de dizer não, assumiremos compromissos e ocupações. O convívio social faz com que essa dívida aumente até que para alguns se torne insuportável.  Por outro lado, estar no mundo e conviver com as pessoas é a única forma de ir pagando a dívida. Cada um tem sua forma de faze-lo e para mim cada poema é uma promissória: “Se os loucos fizessem poesias, não seriam tão dementes. O papel virgem chupa um bocado da tristeza. Cada um faria o seu livro e seria mais humano...”.<br /> </font><font size="3">Para escolher a capa do livro foi proposto um concurso de imaginação. Através do site cultural </font><a href="http://www.inquietando.com/" target="_blank"><font size="3">www.inquietando.com</font></a><font size="3"> dei aos leitores uma espécie de roteiro  poético que serviria como ponto de partida para que pessoas comuns, com ou sem dotes artísticos, colocassem a imaginação para funcionar. O resultado deveria ir para o papel em forma de rabisco, como um esboço da idéia. Dessa forma “todo leitor é um artista em potencial, um arquiteto da essência humana”.<br /> </font><font size="3">A ilustração do primeiro colocado foi utilizada para a confecção da capa do livro <strong><em>Hipoteca</em></strong>,<em> </em>além de receber uma quantia em dinheiro no valor de R$200,00. Todos os outros desenhos inscritos no concurso de imaginação serão expostos no dia do lançamento do livro como parte integrante da escultura do artista plástico <strong>Roberto Monteiro</strong>.<br /> </font></p>
<p align="justify"><font size="3">*Lembrando que Hipoteca nada tem a ver com uma biblioteca de hipopótamos.</font></p>
<p><a href="http://lecypereira.nireblog.com/post/2007/03/16/lancamento-da-hipoteca#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 16 Mar 2007 15:04:41 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>O Pão Nosso de Cada Dia</title>
	<link>http://lecypereira.nireblog.com/post/2007/03/16/o-pao-nosso-de-cada-dia</link>
	<guid>http://lecypereira.nireblog.com/post/2007/03/16/o-pao-nosso-de-cada-dia</guid>
		<description><![CDATA[<h3 class="post-title"><a href="http://elecy.blogspot.com/2006/10/o-po-nosso-de-cada-dia.html">O pão nosso de cada dia</a></h3>
<div class="post-body">
<p><a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/5667/3439539029239/1600/lecy.0.jpg"><img style="display: block; margin: 0px auto 10px; cursor: hand; text-align: center" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/5667/3439539029239/400/lecy.jpg" border="0" alt="" width="259" height="400" /></a> </p>
<div><a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/5667/3439539029239/1600/lecy.jpg"></a></p>
<div><strong><span style="font-size: 130%; color: #3333ff"><font size="4">O pão nosso de cada dia</font></span></strong></div>
<div><strong><span style="color: #ff0000"></span></strong></div>
<div align="justify"><span style="color: #ff0000">O pão nosso de cada dia é um trabalho experimental publicado por Lecy Pereira Sousa na Casa da Cultura "Nair Mendes Moreira" em contagem(2004). São vários poemas soltos dentro de um saco de pão pesando exatamente 10 gramas.</span></div>
<div align="justify"><span style="color: #ff0000">Quem se interessar pelo pacote pode fazer contato com o autor pelo e-mail <a href="mailto:lecysousa@gmail.com"><strong><font color="#6fb0e2">lecysousa@gmail.com</font></strong></a> </span></div>
</div>
</div>
<p><a href="http://lecypereira.nireblog.com/post/2007/03/16/o-pao-nosso-de-cada-dia#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 16 Mar 2007 14:00:25 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Fatos Fundamentais</title>
	<link>http://lecypereira.nireblog.com/post/2007/03/16/fatos-fundamentais</link>
	<guid>http://lecypereira.nireblog.com/post/2007/03/16/fatos-fundamentais</guid>
		<description><![CDATA[<p><font face="Terminal"><font size="4"><u>Fatos Fundamentais</p>
<p> </u>fatos fundamentais<br /> uma mais um<br /> veja no que deu<br /> fatos perpetuados<br /> uma vezes um<br /> fatos multiplicados<br /> veja no que deu<br /> um divide dois<br /> fatos fragmentados<br /> um menos um<br /> fatos subtraidos<br /> veja no que deu.</p>
<p> Lecy Pereira Sousa</font></font>
</p>
<p><a href="http://lecypereira.nireblog.com/post/2007/03/16/fatos-fundamentais#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 16 Mar 2007 12:28:28 -0300</pubDate>	</item>
</channel>	
</rss>
 
