Um símbolo que é um achado
lecy — 10-10-2009 GTM -3 @ 10:58 Tags: Dan Brown Robert Langdon O Símbolo Perdido
informações multibinárias
lecy — 10-10-2009 GTM -3 @ 10:58 Tags: Dan Brown Robert Langdon O Símbolo Perdido
Sinopse:
Com cabeça de homem e coração de menino, Erasmo Carlos conta suas memórias, da infância humilde à consagração como ídolo do rock. 'Minha Fama de Mau' conta como o menino criado pela mãe numa casa de cômodos, superou as limitações e o preconceito, consagrando-se, junto ao amigo Roberto Carlos, como o porta-voz sentimental de milhões de pessoas.
A mania do Greenpeace de meter o bedelho até onde não é chamado
Fonte: http://www.brasilwiki.com.br/noticia.php?id_noticia=15329
Entidade revela tentativas do Greenpeace e da Friends of the Earth de restringir a produção e o comércio do azeite-de-dendê, o pode prejudicar as estratégias de sucesso para a redução da pobreza. Não custa lembrar que o Brasil também é produtor de dendê, apresentado como um cultivo eficiente de energia altamente sustentável.
Você que defende o meio ambiente deixe de ingenuidade quando observa organizações não governamentais (ONGs) como o Greenpeace - paz verde, a grosso modo - e a Friends of the Earth (Amigos da Terra). As duas entidades são participantes de campanhas ’moralmente indefensáveis’ contra o azeite-de-dendê, que ameaça os pobres do mundo, revela novo estudo, divulgado hoje por intermédio da PRNewswire.
A fonte da divulgação é o World Growth, ONG sem fins lucrativos criada com uma missão educacional e de caridade de expandir a educação, informação e outros recursos disponíveis para as populações carentes para a melhoria da saúde e do bem estar econômico.
O relatório revela como as tentativas das ONGs ambientais em restringir a produção e o comércio do azeite-de-dendê (um óleo sustentável) pode prejudicar as estratégias de sucesso para a redução da pobreza e restringir as oportunidades dos países em desenvolvimento de reduzir as emissões.
BANGKOK, 29 de setembro /PRNewswire/ -- Hoje, durante a reunião de mudança climática das Nações Unidas em Bangkok, a ONG World Growth (http://www.worldgrowth.org/) emitiu um novo relatório(http://www.worldgrowth.org/assets/files/Palm_Oil.pdf) que expõe os danos econômicos e as consequências ambientais para os países em desenvolvimento das campanhas errôneas realizadas pelos grupos "verdes" ocidentais que visam a interromper a produção do azeite-de-dendê, o óleo vegetal disponível mais sustentável.
Em destaque, o resultado do estudo que demonstra que o azeite-de-dendê tem sido mais eficiente do que a maioria das commodities de cultivo na redução da pobreza.(http://www.newscom.com/cgi-bin/prnh/20081204/DC49733LOGO)
(http://www.newscom.com/cgi-bin/prnh/20090929/DC83335LOGO)
Alan Oxley, chairman da World Growth, explica:
- A dedicação dos ativistas do meio ambiente para com a preservação ambiental é louvável. No entanto, quando as boas intenções são atacadas de forma
a forçar os países pobres a desistir de suas estratégias de sucesso para a redução da pobreza, isto tem que ser condenado como imoral.
Segundo Oxley, o azeite-de-dendê é um cultivo eficiente de energia altamente sustentável que gera quase 10 vezes mais a energia consumida -comparado com uma proporção de 2,5 da soja e de 3 das oleaginosas maduras. "E, o mais importante, sua produção foi elogiada pelo Banco Mundial e pelo Banco de Desenvolvimento Asiático por sua eficácia em
diminuir a pobreza no mundo em desenvolvimento".
Mesmo com seus benefícios significativos, as ONGs ambientais como a Friends of the Earth and Greenpeace estão fazendo campanhas bem financiadas, mas pouco substanciadas, para depreciar o azeite-de-dendê.
Táticas usadas:
- pressionar as empresas de cosméticos e de alimentos a boicotar o azeite-de-dendê;
- fazer lobby nos governos para a criação de proibições de comércio; e
- forçar medidas que limitem a produção do azeite-de-dendê no novo tratado de mudança climática da ONU (Organização das Nações Unidas).
Um acordo internacional assinado na Eco 92, estipula que nenhuma estratégia global para abordar a mudança climática pode minar a capacidade que os países em desenvolvimento têm de aumentar o padrão de vida de milhões de pessoas que vivem na pobreza. Alguns ativistas do meio ambiente evidentemente pensam que o acordo pode ser rasgado.
Oxley conclui:
- Precisamos de estratégias para executar o programa
Agenda 21, adotado no Rio, e não miná-lo. O resultado desta nova análise demonstra que o azeite-de-dendê faz parte da solução e não parte do problema.
Para falar com os experts do World Growth ou para obter mais
informações sobre o estudo, envie email para media@WorldGrowth.org ou
ligue para +1-202-320-3965.
Acesse http://www.worldgrowth.org/assets/files/Palm_Oil.pdf para ler o Relatório completo da World Growth
Acesse http://www.worldgrowth.org/assets/files/PalmOil-ExSum.pdf para ler o Resumo Executivo
lecy — 01-10-2009 GTM -3 @ 14:22 Tags: dendê Greenpeace
Quero ser feliz no gueto onde eu nasci
É sabido que os níveis do déficit de moradia é um dos índices
mais nefasto nas nossas grandes cidades. O povo abandona o
campo e vem morar nas cidades – debaixo dos viadutos, ou nas
favelas. É o conhecidíssimo “êxodo rural” - para o qual a solução
é única: REFORMA AGRÁRIA.
Aqueles que não conseguem moradia digna logo se sujeitam
(e se adaptam!) aos barracos sub-humanos de um 'conglomerado',
uma (sejamos politicamente incorretos) favela, nome ou
eufemismo para Senzala. Enquanto as elites habitam seus
apartamentos duplex com cobertura e seus condomínios, ou seus
castelos medievais; os pobres e miseráveis, humilhados e ofendidos,
precisam co-abitar em barracas de lona, entre quatro paredes de
tijolos nuas e argamassa crua.
É a falta de espaço e dignidade, enquanto meia dúzia de fidalgos,
senhores feudais são donos (nominais) de terras que sequer
conhecem! Donos de metade do estado do Pará! Donos do Maranhão!
Donos das Alagoas! E famílias inteiras obrigadas a compartilharem
um quarto! É esse o nosso BRASIL PARA TODOS ??
Então os oprimidos e explorados se aglomeram em senzalas (as
favelas) e precisam aceitar esta condição. As elites dizem que é
assim mesmo: falta loteamentos, falta infra-estrutura (exceto,
obviamente, para as elites!) Precisam aceitar e alegremente.
Viver no guetto e ser feliz. Cômico se não fosse trágico. Ao contrário
de garantir moradia digna nas cidades – ou distribuir as terras, para
os camponeses continuarem no campo – as elites armam seus
'esquemas ilusórios' e mercantilizam o guetto.
Sim, os donos do mercado comercializam o gueto! Programas de
adaptação dos favelados à condição de... favelados! “Quero ser feliz
na favela onde eu nasci!” eis o hino da nova geração de favelados
(pelo menos daqueles que sobrevivem.) Já que existem as favelas
(e vão durar muito tempo ainda, no atual sistema!) vamos ao menos
glamourizar o lugar. Vamos divulgar as artes, incentivar os meninos
do hip-hop, do reggae, deixar que falem, sem mudar muita coisa
(a menos que o menino for criminoso e sobreviver OU virar jogador
de futebol, e sair da favela rumo ao estrelato milionário...)
A favela é legal. Dizem (as Elites, claro) e glorificam a 'arte das
margens', os artistas marginalizados (até o Palácio das Artes abre
as portas...), de forma que a Arte legitima o guetto. Culpa da Arte?
Não, esta bem serve aos propósitos da Casa-Grande: instrumentaliza
o 'pão e circo' da Senzala, promove rodinhas de samba e capoeira.
Depois inventa umas cotas raciais para aliviar a pressão. Os
nazistas não fariam melhor.
A glamourização da favela – na música, no cinema, na literatura –
está para além do risível, está no absurdo e no caricatural. Imaginemos
os nazistas glamourizando o Guetto de Warsaw (Varsóvia). Os artistas,
antes de descerem aos fornos crematórios, vão tocando belas sonatas
de Chopin. Que glamour. (Nos KZ – campos de concentração – os alto-
falantes tocavam Beethoven!!)
Assim, ao contrário de acabarem com as favelas, e proceder ao
loteamento dos latinfúndios, as elites inventam vários programas
assistencialistas, paternalistas, varguistas, pão-e-circo, tudo o que os
fascistas adoram! O povo domesticado e doutrinado – anestesiados
pelos padres e pastores vendendo loteamentos no Paraíso Celeste! -
enquanto os pobres sobrevivem e se reproduzem, e se chacinam e são
chacinados, nas senzalas pós-modernas com televisão a cabo e
parabólicas.
O governo do Estado de Minas Gerais inventa, por sua vez, seus
assistencialismos – o que o Governador não faria para poder chegar
ao Palácio do Planalto? - com o sugestivo título de VOZES DO MORRO,
como a dizer: vejam, estamos dando voz aos excluídos! Vejam, como
somos bondosos: deixamos o povo falar. Mas falar o que? O que já está
pré-aprovado nos regulamentos, que interessa ser divulgado – ou
cooptado (pois não a MTV não tentou 'comprar' os Racionais?)
Principalmente o : “Quero ser feliz na favela onde eu nasci”. Se há
o hip-hop engajado, de protesto, há também a contra-partida, o ópio
(ou lixo) sonoro, o vulgo funk (nada semelhante ao funk made in USA!
Viva James Brown!), que não passa de uma batida eletrônica com
pseudo-vocais, pseudo-cantando, uns chavões sexistas e com
coreografia de ato sexual (de preferências as fêmeas já semi-nuas e
os machos de calções mais folgados, confortáveis...)
E depois o funk torna-se a vingança da senzala: os meninos e meninas
das casas-grandes passam também a ouvir (digo: consumir) o tal funk,
e se entregam a orgias nas classes médias, sempre ouvindo a voz
do morro, assim como os fidalgos ouviam samba nos terreiros
(devidamente anônimos...), e deixam seus carros do ano, super-
tecnológicos, com sons em potência máxima entoando as vozes do
morro... “Quero ser feliz na favela onde eu nasci”
Os nazistas teriam adorado a ideia: nada de exterminar o ghetto:
vamos fazê-los dançar até cairem de fadiga! Fazê-los rebolar e cantar
até o desmaio final! Fazê-los felizes enquanto agonizam! Depois a
gente roda um filme para a glória da 'raça eleita', ou da elite eleita.
De repente, a Arte legitima o guetto. De tens fome, vais ouvir o
álbum do Racionais e matas a necessidade com uma boa dose de
fúria e ressentimento. E se não bastar, pode-se comprar um dose de
pó – nem sempre refinado – mas suficiente para uma viagem –
muitas vezes sem retorno.
E vamos viver felizes nos guetos onde infelizmente nascemos.
Set/09
Leonardo de Magalhaens
um trecho de artigo na internet
A numeralha é monstruosa. Pesquisadores se debruçaram sobre o mapa de homicídios no país para extrair o número de uma tragédia anunciada: 33 mil jovens e adolescentes serão assassinados no Brasil até 2012, se nada for feito para deter a matança. Seria o caso para intervenção preventiva de tropa de paz da ONU, mas infelizmente esses virtuais cadáveres são praticamente invisíveis.
A pesquisa foi feita pelo Laboratório de Análise da Violência da Uerj, com base em dados do Ministério da Saúde e do IBGE, em 267 dos 5 mil municípios brasileiros com mais de cem mil habitantes.
Nessa macabra estatística, o Rio fica em 21o lugar, mas, proporcionalmente, é a terceira cidade mais violenta para a juventude pobre entre as capitais e o primeiro lugar em número absoluto - 3.423 almas de jovens seriam ceifadas pela morte violenta até 2012 (ou seja, em três anos). O número equivale a mais de 10% do total da previsão e pouco mais da metade dos homicídios registrados por ano, no Estado do Rio de Janeiro. O Rio de Janeiro continua lindo, mas muito perigoso para quem tem entre 12 e 18 anos, é pobre e vive numa favela ou na periferia. São jovens mortos por disparos de arma de fogo, em confronto com outros jovens criminosos - chamados de adolescentes em situação de conflito com a lei - alvos de grupos de extermínio ou, pior de tudo, inocentes que estavam no lugar errado e na hora errada. Muitos foram mortos pelo simples fato que não tiveram a chance de nascer em lugares menos tensos do que favelas dominadas por grupos armados, onde são mais frequentes as situações de violência de todo tipo.
Um dos parceiros da pesquisa é o Observatório das Favelas - uma ONG que nasceu na Maré e que desde o ano passado criou o Programa de Redução da Violência Letal contra Adolescentes e jovens. Se algum político já tivesse procurado saber o que é isso, talvez não fosse preciso tanto alarde para a questão da violência contra os jovens. Ela estaria sob controle. O presidente Lula reconheceu que ainda faltam muitas políticas públicas para enfrentar o problema, mas que está tentando fazer a sua parte. Só que ninguém sabe direito qual a parte que lhe cabe para interromper a profecia do extermínio.
O ponto letal dessa tragédia anunciada é que, na verdade, setores formadores de opinião da sociedade estão se lixando para esse drama. Com certeza se assustam com os números, mas não são capazes de tentar ver nomes, rostos e famílias inteiras por trás deles. Porque são incapazes de se colocar no lugar do outro. Não têm filho, muito menos adolescente, nunca foram a uma favela ou sequer abrem o vidro do carro para ver um pouco da pobreza, de passagem pela periferia, nas viagens de fim de semana. O mais seguro, pensam, é manter os vidros fechados, com insufilme, e o ar condicionado ligado.
lecy — 22-09-2009 GTM -3 @ 15:01 Tags: violência ensaio Brasil MST Morumbi Copacabana Rocinha Reforma Agrária
Foi um sucesso o show da banda IF... Pink Floyd Collection,
no tributo ao tecladista da banda PINK FLOYD, Richard (Rick)
Wright, falecido em setembro de 2008. Com produção da
OPA! Oficina de Produção Artística, o ALL WRIGHT NOW
ocupou a casa de eventos MATRIZ, no Terminal Turístico JK,
em BH, na noite de ontem, 18 de setembro.
Os floydmaníacos presentes encontraram raridades sonoras
em CD e vinil, além de K-7 de outrora, os itens da coleção
do especialista em FLOYD, o Mister Rodrigo Starling, poeta
e músico, o fundador e presidente da OPA!, que disponibilizou
para os convivas uma série de imagens raras da banda britânica,
como é o exemplo da belíssima “Echoes” (depois executada
ao vivo pela excelente IF... Pink Floyd Collection), com imagens
gravadas nas ruínas da cidade romana de Pompéia, destruída
por um brutal erupção do vulcão Vesúvio.
Destaque para a execução primorosa do clássico álbum
“Dark Side of the Moon”, com aplausos para o vocal de Bárbara
Torquetti, na canção “The Great Gig in the Sky”, além de elogios
aos guitarristas e ao tecladistas, nos solos de "Shine on you
Crazy Diamond" ousados improvisando sobre as viajantes
tessituras melódicas do Floyd. Donos de uma performance ímpar,
uma excelente interação com o público (formado pelos seguidores
e pelas belas seguidoras da banda), a banda ocupou o palco
e premiou os floydmaníacos com 3 (!) horas de progressive
rock para lembrar e relembrar noites viajantes de outrora
(a memorável noite do I ASYD Festival, 06.01.06, é ainda
destaque – até segundo a opinião do anfitrião Edmundo,
que abriu as portas do Matriz para mais este evento da OPA!)
Além da música, tivemos a participação de Leonardo de
Magalhaens, poeta, e Rogério Marcus, poeta e cartunista,
em leituras de lyrics traduzidas do Pink Floyd e da carreira
solo de Rick Wright (com destaque para o melódico e
melancólico “Broken China”, de 1996, com a bela canção
“Breakthrough”, cantada por Sinead O’Connor, e aqui
interpretada por Bárbara Torquetti, merecedora de todos
os aplausos.)
A platéia recebeu nossos questionários de avaliação, a
ressaltarem o que está bom e o que pode melhorar, além de
concorrerem (pelo número da cartela de avaliação) ao
sorteio de brindes ao final do evento – o livro de poemas
“Confessório Ardente” de Rodrigo Starling, ao CD da banda
Progressiva Nebula Dux e uma gravura feita pelo artista
Plástico e músico Jackson Abacatu (também Diretor da OPA!)
Inclusive o evento foi gravado, documentado e fotografado por
Jackson e também por Natália Santos (acompanhada pelos
amigos e convivas da PUC Minas), aos quais muito agradecemos.
Assim, aqui ficamos, a espera dos próximos shows viajantes
dos tributos a mais viajante das bandas progressivas, o bom e
velho Floyd........
Vida longa ao rock’n’roll!
O futuro está nas artes...!
Leonardo de Magalhaens
www.opart.org.br
Mais Pink Floyd lyrics em
Meu blog de lyrics traduzidas
: http://leolyricstraduzidas.blogspot.com
Uma Publicação Histórica da National Geographic
O livro pode ser visualizado no site da livraria através do Google Preview
lecy — 19-09-2009 GTM -3 @ 10:24 Tags: livro fotografia National Geographic
| Poesia na Rede |
|
Lecy Pereira
O livro “Poesia na Praça Sete 1ª e 2ª edição” passa, literalmente, a rede na cidade de Belo Horizonte em busca daquelas pessoas que vertem lirismo, encanto ou desencanto além da selva de pedra, através da poesia. O projeto que tem como empreendedor o atuante poeta Rogério Salgado apoiado por Lei de Incentivo à Cultura, Fundação Municipal de Cultura e Prefeitura de Belo Horizonte coloca em plena Praça Sete poetas que já possuem um trabalho bem divulgado e reconhecido e outros que aspiram a uma trajetória poética.
Desde o início do Projeto já passaram pela praça poetas , poetisas e artistas como Tânia Diniz, Lívia Tucci, Terezinha Romão, Luiz Edmundo Alves, Ricardo Evangelista, Wilmar Silva, Jackson Abacatu, Marco Llobus, Rogério Salgado, Virgilene Araújo, Rodrigo Starling entre outros tantos cujas perfomances podem ser conferidas no site www.poesianapracasete.com
Dentro do Projeto a poetisa Virgilene Araújo desenvolve a “Aula Pública de Poesia” onde qualquer pessoa, indistintamente, pode manifestar em público aquele talento poético recolhido pela timidez ou pela falta de oportunidade num mundo de correrias, responsabilidades múltiplas e compromissos inadiáveis.
Abaixo, dois poemas que dão bem o tom desse livro que pode ser lido até dentro do metrô ou do ônibus urbano de tão envolvente. Internautas interessados no livro devem enviar e-mail para pracasetepoesia@yahoo.com.br :
Poesia na Praça Sete
Palavras jorram nas calçadas Desviam-se dos ralos e Escorrem para a história
Na boca do povo A comunhão verbal Servida numa ceia Regada a vinho e democracia
Rogério Salgado & Virgilene Araújo --------------------------------------------------------------------------- Retrato
Pra mim Fotografar um palhaço É terrível
Ver o homem Não ver a criança
Pra mim Fotografar um palhaço Foi terrível
Ver a maquilagem Não me ver criança
Pra mim É terrível Fotografar um palhaço
Não ser criança Ver que a fantasia... já se foi
Marco Llobus |
Em 'Sepulcro', duas histórias paralelas estão separadas por mais de um século. Em outubro de 1891, a jovem Léonie Vernier e seu irmão Anatole saem apressadamente de Paris para o Domaine de la Cade, a imponente propriedade da família de sua mãe, próxima da cidadela medieval de Carcassonne. O rapaz corre risco de morte e divide um segredo com sua tia Isolde, que mora no local. Logo, Léonie também terá seu segredo guardado sob a copa das árvores das florestas escuras da região, dentro da sinistra câmara mortuária que ali se esconde desde tempos imemoriais. E cuja chave é um baralho de tarô muito particular, de poder inimaginável. Mais de cem anos depois, em outubro de 2007, a bordo de um trem recém-saído de Paris, Meredith Martin tem muito sobre o que refletir. O que a leva ao Hotel Domaine de la Cade parece ser apenas a pesquisa de uma biografia do compositor Claude Debussy. Mas ela sabe que há mais - o desejo de descobrir as origens de sua família, que parecem remontar à misteriosa região. A velha partitura de piano amarelada e as fotos antigas que foram só o que sua mãe lhe deixou são a única chave de que dispõe. E as cartas, em que até então nunca acreditara.
lecy — 18-09-2009 GTM -3 @ 16:59 Tags: Sepulcro Labirinto Kate Mosse